Cozinhando com amor

Oi gente, mas, Oi Mesmo! Tudo bem? É engraçado, mas nesse mundo tem gente que odeia cozinhar, não sabe fritar um ovo, por outro lado, existem pessoas que, meu Deus, nasceram para isso!!! É o caso da mãe da minha amiga Lú, que é uma cozinheira de mão cheia. Lú disse que todo dia, na sua casa, é um banquete, pois a mãe tem prazer em preparar as refeições. Dona Clemência Figueredo cozinha desde novinha e faz cada prato, um mais delicioso que o outro. A prática trouxe conhecimento e hoje, ela é uma mestre na culinária.

cozinhar

Mas, mais do que isso, Clemência ama sua família e para cada pessoa, faz a comida preferida. Para um sobrinho faz parmegiana, para o outro farofa. A nora gosta de escondidinho de banana com carne seca e a filha de carne branca. No almoço sempre tem duas carnes, uma branca e outra vermelha para agradar a todos. Ela prepara tudo com muito amor e carinho. Nisso, a mãe da Lú, me fez lembrar do livro “As Cinco Linguagens do Amor” de Gary Chapman. A obra apresenta como as pessoas expressam e recebem manifestações de diferentes maneiras, que ele denomina ‘linguagens do amor’. São elas:

  1. Qualidade de tempo
  2. Palavras de Afirmação
  3. Receber Presentes
  4. Formas de Servir
  5.  Toque Físico.

Clemência se encaixa na primeira e quarta forma. Demonstra afeição cozinhando. É o jeito dela dizer: “Eu te amo!” Se preocupa com a alimentação da família e sabe exatamente o que cada um gosta. Procura equilibrar na pimenta, cebola, salada e carnes. No dia do aniversário, faz o prato que a pessoa gosta só para agradar. Aprendeu a cozinhar com a sogra e afirma que se fosse mais nova até se aventuraria em abrir um restaurante.

Ela nunca trabalhou fora. Sempre se dedicou ao lar e um de seus passatempos preferidos adivinha qual é? Assistir programas de culinária. Enquanto vê, já imagina quem é que vai gostar daquele prato. Disse que aprendeu muito com a Ana Maria Braga e hoje é cheia de segredinhos, quando vê uma receita, cria logo caminhos para reproduzi-lá, habilidade que só o tempo traz.

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Dona Clemência vive procurando algo novo. Antigamente, usava o caderninho, mas, hoje, pega na internet. Às vezes, fica chateada, porque não encontra os ingredientes para fazer a receita. É exigente e gosta de produtos de qualidade. A Lú é quem fica por conta das compras e uma vez por semana vai ao mercado e à feira para abastecer a dispensa da mãe.

arroz e feijão

A família adora todos os pratos e sempre elogiam a comida dela, tudo que faz é excelente. Mas dizem que o campeão é o arroz e o feijão, não tem igual! Clemência fica meio envergonhada com os adjetivos, mas aí, aí, aí, se algum netinho elogiar a comida de outros. Não gosta que ninguém cozinhem para ela, contudo, esteve doente e a Lú assumiu, temporariamente, o fogão. Porém, logo a mãezinha ficou boa e assumiu como titular o cargo de chefe de cozinha para servir a família e a igreja, onde também já colaborou em acampamentos.

É o que eu falo, as pessoas não servem comida, elas servem amor. É como alguém disse: “Cozinhar é fazer cafuné no estômago e acariciar o paladar”. Cozinhar é Sazón é amor.

Obrigada dona Clemência e Lú por compartilharem um pouco do amor de vocês pela cozinha.

Então gostou do post, espero que sim.

Até o próximo, tchau!

Você também vai gostar de Sair de casa e O conflito de ser mãe e mulher

 

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8 comentários sobre “Cozinhando com amor

  1. Pingback: A alegria e tristeza de uma família | Danielly Chaves

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